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Troque de HD sem perder nada!

Existem várias maneiras de aumentar o espaço em disco disponível em um computador. Desde apagar arquivos muito antigos – depois de fazer um backup, naturalmente – até a compra e instalação de um segundo, ou terceiro, disco rígido, tudo é possível.
Essa segunda opção também oferece algumas alternativas em relação à maneira de adicionar esse disco.
No caso de um computador de mesa, a prática é de fato bem simples. Se você ainda tiver espaço no gabinete, é só plugar o novo disco no local apropriado. Se todas as baias estiverem ocupadas, entretanto, basta fazer o backup de um dos discos para um drive de maior capacidade e trocá-lo.
Notebooks e netbooks, por outro lado, apresentam uma dificuldade um pouco maior em realizar esse processo. Por terem espaço físico limitado, os computadores portáteis não recebem um segundo disco rígido, e um HD externo pode ser um problema por consumir energia a mais e não ser tão rápido.
Assim, para esse tipo de equipamento, o ideal é trocar o disco inteiro, colocando um de maior capacidade no lugar antes ocupado pelo disco já cheio. O grande problema dessa prática é que, normalmente, isso envolve reinstalar o sistema operacional, aplicativos e configurações.
O Baixaki mostra agora como fazer para evitar toda essa chateação, transportando tudo o que existe no seu HD para um disco novo. Depois, basta trocar a instalação física e seu computador estará no mesmo ponto em que você o deixou, mas com muito mais espaço.
Clonagem do bem
Clonagem de HDsO termo clonagem é comumente associado – na área de tecnologia – a feitos criminosos como a cópia de cartões de banco ou chips SIM de celulares. Felizmente existem também usos mais dignos para a clonagem quando se fala de informática.
É através dessa cópia exata de todos os dados de um disco que é possível trocar o HD de um notebook sem perder nenhum dado e sem reconfigurar a máquina toda após a instalação do novo disco. Para criar essa cópia, você precisa de uma gaveta USB compatível com o disco rígido que será instalado no portátil e de um software capaz de realizar a clonagem.
No Baixaki você encontra os gratuitos EASEUS Disk Copy e o Clonezilla, entre outros, que realizam essa tarefa. Para este artigo utilizaremos o segundo, devido à segurança e facilidade de uso do aplicativo.
 
Equipamento necessário
Além dos aplicativos mencionados acima, você também precisa de alguns itens de hardware. Além do drive ótico ou pendrive para o Clonezilla, você também precisa de uma gaveta para HD compatível com o disco rígido que receberá a imagem e o disco que substituirá o original.
Começando o processo
A principal vantagem do Clonezilla é funcionar independente do seu sistema operacional. O arquivo que você transferiu a partir do link acima é uma imagem de disco que deve ser gravado em um CD para fazer o boot do sistema a partir do leitor ótico.
Para fazer a gravação, você pode utilizar qualquer uma das ferramentas de gravação de imagens de disco no formato ISO. Entre os diversos programas disponíveis você encontra o Ashampoo Burning Studio e o InfraRecorder, ambos excelentes opções gratuitas. Outras opções de aplicativos, e dicas para a gravação.
1. Disco vivo do Clonezilla
O primeiro passo a fim de conseguir clonar seu HD em um novo disco é a gravação do Clonezilla em um CD. Para isso, basta utilizar seu gravador de discos favorito para transformar a imagem ISO do aplicativo em um disco.
Gravando uma imagem ISO no InfraRecorderCada programa de gravação terá seu método, mas o conceito é o mesmo em todos. No InfraRecorder – utilizado neste tutorial – clique em “Write Image” e selecione o ISO do Clonezilla que você descarregou anteriormente.
Se preferir, você pode utilizar o Clonezilla a partir de um pendrive. Para isso, você deve – ao invés da imagem de disco – baixar a versão USB do programa, disponível , e criar o “Live USB” com programas como o A Bootable USB.
2. Reboot
Depois de ter a imagem do Clonezilla gravada (ou no pendrive), é necessário reiniciar o sistema com o disco – ótico ou removível – inserido. Caso seu computador não redirecione a inicialização para o menu apropriado, é necessário alterar uma configuração na BIOS do sistema.
3. Clonando o HD
Clonezilla live
Assim que o boot for realizado pelo Clonezilla, uma interface bem simples – e controlada apenas no teclado – se apresenta. Para clonar o disco, inicie o Clonezilla na primeira opção “Clonezilla live” com as configurações padrão.
Idioma do Clonezilla
A seguir, escolha o idioma em que o programa roda. Neste tutorial será utilizado o inglês. Para seguir cada passo, basta apertar Enter após a seleção da opção preferida, feita com as flechas do teclado.
Padrão de teclado
Se o seu teclado for USB ou o padrão do notebook, na terceira tela selecione a opção “Don´t touch keymap” (Não alterar mapa de caracteres). Para teclados PS/2, a opção “Select keymap from arch list” (Escolher mapa de caracteres da lista) é recomendada para escolher o padrão de teclado que você utiliza.
Iniciar o Clonezilla
A não ser que você seja especialista em Linux e domine as ferramentas de linha de comando, na tela “Start Clonezilla” selecione a primeira opção - “Start_Clonezilla”.
Escolhendo o método de clonagem
A primeira tela do programa propriamente dito permite a seleção da tarefa a ser executada: “device-image” cria uma imagem de disco para ser posteriormente recuperada no novo HD, e “device-device” cria a imagem automaticamente no disco que será instalado depois.
Para manter o bootloader do Windows intacto – e assim não precisar reinstalar nada no novo HD -, você deve criar uma imagem, já que cópias diretas não carregam a inicialização do sistema. Tenha certeza que o disco está formato no sistema NTFS, para não ter problemas com o limite de 4 GB do sistema FAT32.
Essas considerações acima são essenciais para quem vai trocar o disco do computador, e podem ser ignoradas por quem vai apenas transportar dados de um disco antigo – que será mantido no PC – para um novo de maior capacidade. Neste caso o sistema continuará inicializando do disco original.
Opções de destino da imagem
A próxima tela permite que você escolha o destino da imagem do disco. A opção “local_dev” cria a imagem em hardware local, como um HD externo ou pendrive. As outras opções se referem a locais de rede. Caso esta seja a sua escolha, uma série de wizards vão guiá-lo pelo processo, e portanto, não será abordada a utilização de locais de rede neste tutorial.
Selecionando qual dos discos locais receberá a imagem
Após definir que a imagem será criada em um disco local, falta escolher qual disco a receberá. Para facilitar a diferenciação entre os vários disponíveis, as partições do disco rígido instalado são marcadas como sda (1, 2, 3 etc), e de outros discos existentes no sistema como sdb, sdc e assim por diante.
Prompt
Escolha o diretório que receberá a imagem na próxima tela e, quando o prompt acusar a verificação do disco, aperte Enter.
4. Restaurando o novo disco
Faça o reboot com o disco ainda no driveDepois do demorado processo de criação da imagem, é hora de mexer no hardware. Se você está ampliando a capacidade de um notebook, troque o disco antigo pelo novo na baia do portátil, mantenha aquele com a imagem na gaveta USB e faça o reboot do sistema, ainda com o disco do Clonezilla no drive.
5. Aplicando a imagem
Restaurando a imagem
Siga os mesmo passos descritos acima até você chegar à tela “Select mode”, onde – ao invés de selecionar “savedisk” para criar a imagem – você deve escolher a opção “restoredisk”, que expande a imagem do disco intermediário para o novo HD do seu notebook.
6. Expandindo o disco
Gerenciador do computadorDepois de aplicar a imagem, reinicie o computador normalmente, para inicializar o Windows. Ao abrir o Windows Explorer, você percebe que o novo disco é reconhecido com a mesma capacidade do original.
No Windows 7 – ou no Vista – resolver isso é fácil. Clicando com o botão direito em “Computador”, selecione a opção “Gerenciar”. No Gerenciador do computador, selecione a opção “Gerenciamento de disco”, dentro a área de “Armazenamento”.
Após alguns instantes carregando as configurações dos discos instalados, as unidades serão exibidas na parte inferior da tela. Clique com o botão direito do mouse na unidade recém-instalada e selecione a opção “Estender volume”.
A partir desse ponto, seu computador já registra todo o espaço disponível em seu novo e gigantesco HD. Aproveite!

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Como mudar um HD primário para secundário?

O disco rígido, conhecido como HD (hard disk), foi introduzido no mundo dos computadores em 1956, como uma unidade de armazenamento de dados para uma máquina da IBM. Mais tarde o dispositivo foi adaptado para mainframes e computadores menores e, mais de cinco décadas depois de sua invenção, a tecnologia ainda persiste.
Porém, muita coisa mudou nos discos rígidos durante esse período de tempo: a capacidade de armazenamento passou de pouco mais de 3 MB para mais de 1 terabyte. As dimensões do dispositivo diminuíram drasticamente, chegando hoje a modelos que possuem apenas alguns milímetros de espessura.
E com tanto avanço tecnológico, uma surpresa: o disco rígido ficou mais barato! Hoje não tem porque economizar espaço em disco. A diferença de preço entre os modelos os modelos é pequena, mesmo entre aqueles capazes de armazenar “gigas” a mais de arquivos e diretórios.
Configurar o disco rígido não é difícil
Com tanta vantagem, não é raro alguém querer um HD extra para o computador, podendo, por exemplo, deixar um dos discos apenas para guardar arquivos de programas, fotografias, vídeos e outros conteúdos. Nesse momento, sempre surge uma dúvida: como é que se configuram os discos rígidos, para que um deles seja o HD principal e, o outro, o secundário?
Jumpers

Antes de entrarmos na configuração propriamente dita, vale a pena conhecer uma celebridade importante no mundo dos discos rígidos: o jumper! Esta pecinha de plástico é a responsável por alterar a configuração de propriedades do HD, de acordo com a posição que ela ocupa no dispositivo.

Discos IDE

Interface IDE

Os discos mais antigos, que usam a controladora IDE para serem conectados à placa-mãe, usam os jumpers para definirem o “papel” do HD dentro do computador, ou seja, se ele seria utilizado como um disco Master (primário) ou Slave (secundário). Nesse caso, o usuário deve procurar as opções de configuração na etiqueta colada sobre o HD ou, então, logo acima da entrada onde o jumper é posicionado.
Depois de feita a configuração, os discos devem ser conectados à porta IDE 1. É possível identificar qual é a interface 1 na própria placa-mãe, através de uma impressão que normalmente fica próxima às portas onde os cabos flat são conectados.
Note que uma das pontas do cabo flat possui dois conectores. O primeiro, mais próximo da extremidade, deve ser conectado ao HD Master. O segundo, do meio, deve ser usado para conectar o HD Slave. Já o terceiro conector, na outra extremidade do cabo, é ligado à placa-mãe.
Dessa forma, é possível ter até quatro unidades de disco, por exemplo, conectadas ao computador, sendo duas para cada porta IDE. A porta 1 tem prioridade em relação à porta 2 e, portanto, é nela que o HD com o sistema operacional principal deve ser conectado.

Discos SATA

Cabo e porta de conexão SATA

Os discos rígidos do tipo Serial ATA (SATA) aposentaram os jumpers. Ou melhor, eles ainda existem, mas não são mais utilizados para configurar a posição do HD. A razão disso é que as portas SATA funcionam de maneira diferente. Para começar, o cabo usado para conectar as unidades à placa-mãe possui apenas dois conectores, um em cada extremidade.
Além disso, depois de ter conectado os discos, o usuário tem controle total sobre a ordem de boot deles através da BIOS (ou Setup) da máquina, o que torna o processo muito mais simples e intuitivo.

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Excluindo Partições

Muitas vezes quando precisamos reparticionar e reformatar o disco rígido nos deparamos com o seguinte problema: rodamos o Fdisk, eliminamos a partição, mas mesmo assim ela não é excluída!
Essa é uma situação extremamente comum no dia-a-dia do técnico e ocorre principalmente após um vírus ter apagado os dados do disco rígido.
Isso normalmente ocorre quando o nome do volume do disco rígido (o seu "rótulo", basta dar um comando Vol no prompt do DOS para ver o volume do seu disco) é corrompido por um vírus. Normalmente os vírus colocam "caracteres fantasmas" (ou seja, caracteres não visíveis) como nome do rótulo. Na hora que rodamos o comando Fdisk, ele pede, como confirmação, que você entre o nome do rótulo do disco, para poder eliminar a partição. Acontece que, na tela, você não verá esses "caracteres fantasmas" (ou então aparecerão caracteres aleatórios, que normalmente não temos acesso através do teclado). Com isso, você não será capaz de confirmar o nome exato do rótulo da partição, impedindo o Fdisk de eliminá-la.
O que os técnicos normalmente fazem quando se deparam com uma situação dessas é rodar um utilitário de particionamento, como o famoso Partition Magic da PowerQuest (http://www.powerquest.com.br).
Só que existe uma maneira muito mais rápida de se eliminar uma partição corrompida "na marra". Você deverá dar boot através de um disquete de boot contendo o comando Debug (formate o disquete com Format a:/s e copie c:\windows\command\debug.exe a: a partir de um micro com o Windows instalado). Dê boot pelo disquete e chame o Debug e entre os seguintes comandos:
-F 200 L1000 0
-A CS:100
xxxx:0100 MOV AX,301
xxxx:0103 MOV BX,200
xxxx:0106 MOV CX,1
xxxx:0109 MOV DX,80
Obs: utilize o número 80 para o primeiro disco rígido ou 81 para o segundo disco rígido.
xxxx:010C INT 13
xxxx:010E INT 20
xxxx:0110
-g
-q
Após ter executado esses comandos, todas as partições do disco terão sido excluídas "na marra". Em seguida você poderá entrar no Fdisk para criar as novas partições e, em seguida, formatar o seu disco rígido.
Agradecemos ao leitor Cássio Lima pelo envio desta dica.

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20 coisas que você deve saber sobre um computador

1. Faz mal ao computador ter ímãs colados no gabinete.
Verdadeiro.”Imãs no gabinete podem afetar o HD, onde os dados são gravados magneticamente.
Na verdade esse é o maior problema dos imãs”.Gladiador.
2. Empurrar o cd com o dedo para inseri-lo no gabinete é prejudicial ao equipamento.
Falso. Nada a ver. Nada irá acontecer se você empurrar com uma força
normal. Foi feito exatamente para isso. Mas se empurrar com força excessiva, vai fazer as partes mecânicas girarem muito mais rápido do que o normal, e poderá danificar o drive.
3. Água ou café derramada sobre o teclado pode arruinar seu funcionamento.
Verdadeiro. Estragam as trilhas metalizadas que estão embaixo das
teclas. Podem criar um curto-circuito e queimar.
4. É necessário ter espaço entre o monitor e a parede atrás dele.
Falso. Monitor não é geladeira. O ambiente em geral deve estar
ventilado, mas não é indispensável que seja muita a distância. É muito pior
ter outro monitor atrás (como acontece em muitos escritórios) porque pode
haver o risco de ter interferências entre os computadores.
5. Quando o computador passou a noite toda ligado, é melhor desliga-lo e voltar a reiniciar.
Falso. Pode seguir ligado sem problema algum. Ainda que pareça o
contrário e dê vontade de desliga-lo um momento para que descanse, seguindo
a lógica humana, o HD dura muito mais se permanecer ligado e não sendo o
tempo todo ligado e desligado. Por uma questão de economia de energia, não
convém deixar ligado por vários dias, mas se não levarmos em conta o fator
do aquecimento global seria muito melhor para o PC nunca desliga-lo. Eles
foram criados para isso.
6. Gasta mais energia ao ser ligado do que em várias horas de uso.
Falso. Ao ligar não consome tanto como para superar as horas de
funcionamento. Ao desligar poupa-se energia e se permanecer ligado gasta,
como qualquer outro eletrodoméstico.
7. Faz mal ao computador ter algum celular por perto.
Falso. Sem problema algum, no máximo um ronco provocado pela
interferência de uma chamada.
8. Depois de desligar o computador é melhor deixa-lo descansar uns segundos antes de voltar a ligar.
Verdadeiro. É recomendável esperar no mínimo alguns segundos antes de
voltar a liga-lo. 10 segundos deve ser o suficiente.
9. Mover o gabinete quando o computador está ligado pode queimar o HD.
Falso. A força centrífuga com que gira o HD é tanta que não acontece
nada ao se mover o gabinete. Muito menos ainda em se tratando de um notebook,
porque eles foram feitos para isso. Mas é lógico que você não vai sair por
aí dando porrada no equipamento, né?
10. Pelo bem do monitor, é conveniente usar protetor de tela quando não está em uso.
Verdadeiro. Porque o mecanismo do protetor de tela faz com que o
desgaste das cores da tela seja uniforme. Ao renovar as imagens
constantemente, não se gasta num mesmo lugar.
11. Quando há chuva forte, é absolutamente necessário tirar o plugue do computador da tomada.
Verdadeiro. Deveria ser adotado como uma obrigação no caso de uma chuva
muito forte, com muitos raios e trovões. Da mesma forma, é aconselhável
retirar os cabos do telefone e da alimentação do modem para que não queimem
com a descarga de raios.
12. Não é conveniente olhar a luz vermelha que está embaixo do mouse óptico.
Verdadeiro. Pode até não deixar ninguém cego, mas é uma luz bastante
forte que pode sim fazer mal a retina.
13. Nos notebooks deve-se acoplar primeiro o cabo de eletricidade à máquina e somente depois esse cabo a tomada.
Falso. Tanto faz. Quase todos os equipamentos portáteis atuais tem
proteção de curto-circuito e são multi-voltagem, podem ser ligados em
tensões de 90 a 240 volts, pelo que são sumamente estáveis.
14. Ao desligar o computador convém também desligar o monitor.
Falso. Outra vez, tanto faz. Ao desligar o computador, o monitor fica num
estado em que consome muito pouca energia (pouca coisa mais que 1W) e não
sofre desgaste algum. A decisão termina sendo em função da economia, ainda
que o consumo seja realmente mínimo.
15. Não se deve colocar cds, disquetes ou qualquer outro elemento sobre o gabinete.
Falso. Lógico, nada do que é colocado sobre o gabinete pode ser afetado ou
avariado, a não ser que esteja úmida e a água possa chegar ao equipamento.
16. O computador nunca pode ficar ao sol.
Verdadeiro. Se ele esquentar mais do que o habitual, sua vida útil tende
a decrescer. Por isso nunca é boa idéia instalar o PC próximo a janelas onde
bate o sol.
17. Se mais de 80% do HD tiver sendo usado, a máquina se torna mais lenta.
Verdadeiro. Sempre é uma questão de porcentagem. Por mais que se tenha
20 Gb livres, se for menos de 20% da capacidade do disco, o funcionamento do
computador será lento.
18. Não se deve tirar o pen drive sem avisar à máquina.
Verdadeiro. Deve ser selecionada a opção ‘Retirar hardware com
segurança’ antes de retira-lo. Caso contrário, corre-se o risco de queimar a
memória do USB.
19. Ter o desktop cheio de ícones deixa o computador mais lento.
Verdadeiro. Não importa se são ícones de programas ou arquivos. O que
acontece é que a placa de vídeo do computador renova constantemente a
informação apresentada na tela, e quanto mais ícones, mais tempo.
20. Desligar a máquina diretamente no botão, sem selecionar previamente a opção de desligar o equipamento, estraga o HD.
Verdadeiro. O HD pode queimar ao ser desligado enquanto ele ainda está
lendo ou escrevendo em alguma parte do sistema. Ademais, quando a energia é
desligada subitamente, as placas que cobrem o disco (que gira até 10 mil
rotações) descem sobre ele e podem ir riscando até que alcancem a posição de
descanso. Ao selecionar a opção ‘Desligar o Computador’, todo o sistema se
prepara para repousar e suspende todas as atividades. Cada peça vai ficar em
seu devido lugar.

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Como particionar o Seu HD

Olá galera, Dica de nerd com mais uma vídeo aula espero que gostem. Duvidas… Comente!

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Video-Aula Recuperação de Dados em HD formatado - GetDataBack

Uma excelente vídeo aula que achei no Youtube, credito ao criador do vídeo, excelente!





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Como funciona um HD

Vídeo bem legal... Aprenda como funciona um HD



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Recuperando Arquivos de HD

Olá pessoal, enfim ai está um assunto que pode ser bem interessante, recuperação de arquivos, bem acontece que quando você deleta um arquivo ele necessariamente não é deletado naquele instante, ele simplesmente fica invisível para o Sistema Operacional e só é deletado quando você salva um outro arquivo que sob reescreva no lugar que estava aquele arquivo no HD.
Temos aqui 2 Software que recupera esses arquivos deletados caso necessitar!

Opção 1: FreeUndelete
Caracteristicas: Bem creio que este software é o mais simples, durante meus testes ele rodou sem problema, ele até recuperou arquivos da minha Camera Digital, e até um Filme que eu tinha deletado faz 2 meses! enfim, ele recuperou 90% dos arquivos que eu fiz o teste, claro arquivos bem antigos mais de 1 Mês que eu ja tinha deletado, mas creio que arquivos deletados na hora ele deve recuperar 100%.

Opção 2: Recuva
Caracteristicas: Enfim mais uma otima opção dentre os softwares, também simples de operar, tambem recuperou todos os arquivos que eu tinha deletado! A vantagem que ele é em Português.

Enfim otimas opções ai GRATUITAS, que pode ser um grande ajuda na hora H. Atenção para salvar os arquivos deletados será nescessario um Pendriver ou um outro HD para salvar, pois se você salvar no mesmo HD que está recuperado á uma grande probabilidade de Falhar, ou pior você perder o arquivo por completo.

Para baixar o FreeUndelete 2.1 clique aqui
Para baixar o Recuva 1.31 clique aqui

Caso não consiga operar entre em contato deixando um comentário!

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