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[Semântica - Gramática] Fala e Signo

Fala e Signo

Fala

É a utilização oral da língua pelo indivíduo. É um ato individual, pois cada indivíduo,
para a manifestação da fala, pode escolher os elementos da língua que lhe convém,
conforme seu gosto e sua necessidade, de acordo com a situação, o contexto, sua personalidade,
o ambiente sociocultural em que vive, etc. Desse modo, dentro da unidade da língua,
há uma grande diversificação nos mais variados níveis da fala. Cada indivíduo, além de 
conhecer o que fala, conhece também o que os outros falam; é por isso que somos capazes
de dialogar com pessoas dos mais variados graus de cultura, embora nem sempre a linguagem
delas seja exatamente como a nossa.

Níveis da fala

Devido ao caráter individual da fala, é possível observar alguns níveis:

Nível coloquial-popular:
é a fala que a maioria das pessoas utiliza no seu dia a dia, principalmente em situações informais.
Esse nível da fala é mais espontâneo, ao utiizá-lo, não nos preocupamos em saber se
falamos de acordo ou não com as regras formais estabelecidas pela língua.

Nível formal-culto:
é o nível da fala normalmente utilizado pelas pessoas em situações formais.
Caracteriza-se por um cuidado maior com o vocabulário e pela obediência às regras gramaticais estabelecidas pela língua.


Signo

O signo linguístico é um elemento representativo que apresenta dois aspectos:
o significado e o significante. Ao escutar a palavra cachorro, reconhecemos a
sequência de sons que formam essa palavra. Esses sons se identificam com a lembrança
deles que está em nossa memória. Essa lembrança constitui uma real imagem sonora, armazenada
em nosso cérebro que é o significante do signo cachorro. Quando escutamos essa palavra,
logo pensamos em um animal irracional de quatro patas, com pelos, olhos, orelhas, etc.
Esse conceito que nos vem à mente é o significado do signo cachorro e também
se encontra armazenado em nossa memória.

Ao empregar os signos que formam a nossa língua, devemos obedecer às
regras gramaticais convencionadas pela própria língua.
Desse modo, por exemplo, é possível colocar o artigo indefinido um diante do signo cachorro,
formando a sequência um cachorro, o mesmo não seria possível se quiséssemos colocar o
artigo uma diante do signo cachorro. A sequência uma cachorro contraria uma regra de
concordância da língua portuguesa, o que faz com que essa sentença seja rejeitada.
Os signos que constituem a língua obedecem a padrões determinados de organização.
O conhecimento de uma língua engloba tanto a identificação de seus signos,
como também o uso adequado de suas regras combinatórias.

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